segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Escritório disponível a partir de Dezembro...

Este escritório de 16 m2 estará à sua disposição a partir de Dezembro...


Este gabinete estará disponível para si a partir de Dezembro e pronto a funcionar, só precisa trazer seu computador e os seus papeis...

O valor do gabinete já inclui:
- Mobiliário para um posto de trabalho (mas podemos colocar mais 1 caso precisem)
(1 secretária, 1 bloco de gavetas, 1 armário, 1 cadeira rodada c/braços e 2 cadeiras de apoio)
- 1 linha telefónica já instalada, atendimento telefonico (nº. geral ou personalizado)
- Consumo de Eletricidade, Água, Ar Condicionado
- Limpeza diária
- 3 horas de salas de reuniões/ mês (não acumuláveis de mês p/ mês)
- 2 idas semanais aos correios
- Internet
- Recepção e atendimento

Porque espera?

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Pedra e Betão

O M76 convida desta vez a um passeio no Porto, nomeadamente ao museu da Cooperativa de Produção dos Operários Portuenses.
 


Em 2013 a Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto decidiu "reactivar" o complexo da Cooperativa dos Pedreiros e que no dia 25 de Outubro inaugurará a exposição Technical Unconscious, parte da efeméride do centenário da instituição, fundada em 1914 por um grupo de dez operários especializados, que se encontravam na altura envolvidos na construção da Estação de São Bento.
 

 
 
 
O grupo deixou a sua marca por toda a cidade, dizendo-se mesmo que a construiu, tendo ainda exportado trabalhadores para todo o mundo.

 
 
 
Em 1977 a Cooperativa transferiu-se para Leça do Bailio, deixando a memória na torre da Rua D. João IV, especializando-se então em revestimentos e aplicações de granitos e mármores.
 
 
 
Fonte: Público

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

A arte do barro

Hoje iremos falar de outras tradições, que nos levam até ao Alto Alentejo, com bastante destaque Nisa.

Desta região sobressai a olaria pedrada, arte antiga que se liga ao transporte e conservação da água, mas não existem estudos que consigam definir a sua origem geográfica e temporal, o que se sabe é que este tipo de olaria se encontra nesta região do Alto Alentejo, em Estremoz (vila a 84 km de Nisa) e na região contigua da Alta Estremadura espanhola.

São usados dois tipos de barro, o barro branco e o barro preto, e ainda pode ser
usado o barro vermelho para o acabamento da peça. Na decoração, frequentemente com motivos florais, é usado fragmentos de quartzo branco proveniente principalmente da Serra de S. Miguel.

A partir da década dos anos 60 do século XX assistiu-se a uma maior procura deste tipo de olaria com objectivos mais decorativos e simbólicos do que propriamente utilitário, pois Nisa era um ponto de paragem principal para quem viajava entre Lisboa e a Beira Interior. Esta nova procura fez com que houvesse uma adaptação no tipo de peças executadas, quer na sua decoração.




quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Popeye, o marinheiro




Quem não se lembra de na juventude ter visto os desenhos animados (ou da banda desenhada) do marinheiro mais famoso de todos, Popeye, e da sua elegantérrima namorada, Oliva Palito e o seu eterno inimigo Brutus?

Agora o Marinheiro ganhou mais vida, ao passar para os palcos no Teatro Villaret, com estreia em Outubro, ficando em cena até 21 de Dezembro, todos os sábados e domingos às 11h00.


Uma peça a não perder pelos mais novos e pelos graúdos.


Personagem clássico da banda desenhada, criado a 17 de janeiro de 1929 por E.C. Segar, teve adaptação para os desenhos animados em 1933 pelos irmãos Dave e Max Fleischer. 
Em eterna proteção da sua namorada, Olívia Palito contra o rival Brutus. 
Quando come espinafres, torna-se confiante e forte, pronto para vencer qualquer desafio.


terça-feira, 30 de setembro de 2014

Leituras

O colonialismo não é certamente algo que pertence ao passado, pois este moldou a mentalidade de gerações, culturas, provocou o nascimento de novos pensares, de novos conceitos. Foi verdade para muitos europeus e foi certamente verdade para Portugal.
Quando agora se fala em Portugal, pensa-se num pequeno país à beira da Europa, com dois arquipélagos, mas não há muitas décadas atrás, era visto como algo de muito mais vasto que abrangia vários continentes e que ainda se encontra no pensar natural das gerações mais velhas.
Mas desengane-se quem pensar que só as gerações mais velhas foram influenciadas por este fenómeno, também as mais novas, filhas de colonos, e em contacto com estes. 
Hoje o intercâmbio cultural, económico e social é uma realidade entre os países colonizadores e os colonizados, tentam-se sarar feridas e tenta-se descobrir verdades. O tempo passa e os corações acalmam-se e com isso vem um reflectir mais sóbrio e incisivo.

Nesse sentido o livro "Do colonialismo como Nosso Impensado", de Eduardo Lourenço,  vem tentar fazer uma amostragem da realidade do colonialismo, não só como um acontecimento trágico, mas como algo que foi muito para além disso, como uma aventura que cobriu séculos e que se tenta apagar.


«Deste naufrágio de uma raça toda a gente se lembra, excepto os portugueses. Das epopeias que perduram neste país tão folclórico nem uma página o relembra. A História trágico-marítima é a dos portugueses devorados pelo mar e pelos autóctones. Este espantoso silêncio esconde a aventura colonial, a mais pura de toda a história. Tão pura que hesitamos chamá-la colonialista.»





terça-feira, 9 de setembro de 2014

Feira da Ladra

A Feira da Ladra é uma das feiras mais conhecidas de Lisboa e dedica-se ao comércio de velharias, objetos de segunda mão e artesanato. 

Remonta ao século XIII, provavelmente ao ano de 1272, onde se localizava no Chão da Feira ao Castelo. É já no ano de 1552 que surge a primeira notícia da realização da Feira no Rossio. 
Em 1610 aparece a designação "Feira da Ladra" numa postura oficial.
Depois do terramoto de 1755 instalou-se na Cotovia de Baixo (atual Praça da Alegria), estendendo-se pela Rua Ocidental do Passeio Público.
Em 1823 foi transferida para o Campo de Santana, onde funcionou durante cinco meses, até voltar novamente para a Praça da Alegria.



No ano de 1835 volta para o Campo de Santana até 1882, quando passa para o Campo de Santa Clara, onde funciona às terças feiras. No ano de 1903 o horário da feira é alargado passando a funcionar igualmente aos sábados.



Fonte: Wikipédia

terça-feira, 2 de setembro de 2014

As oficinas de Tróia

Tróia alberga nas suas areias o maior complexo de salga de peixe conhecido do mundo romano. Funcionou entre os séculos I d. C. e VI d. C., e chegou a ter 25 oficinas de diferentes dimensões, em que a maior ultrapassaria mil metros quadrados, com uma capacidade de produção de 463 m3.

Durante muito tempo produziu-se neste complexo conservas e o famoso garum romano (tipo de condimento muito usado na Antiguidade e exportado para várias partes do Mediterrâneo).

As ruínas estão classificadas como monumento nacional desde 1910.



A península de Tróia é uma restinga arenosa com mais de 25 km de comprimento e 0,5 a 1,5 km de largura. Situa-se no litoral da freguesia de Carvalhal, no concelho de Grândola, entre o oceano Atlântico e o estuário do rio Sado.